Nneka lança seu novo clipe: “Book of Job”

Imagem divulgada no Facebook durante gravação do clipe

Imagem divulgada no Facebook durante gravação do clipe

Após uma interrupção de dois anos, Nneka disponibilizou em seu canal de youtube, no dia 22 de dezembro de 2014,  seu mais novo clipe com o titulo “Book of Job” (Livro de Jó). O clipe faz parte de uma estratégia de divulgação do novo albúm da artista, “My Fairy Tales”, que estão com a pré-venda no Itune com um preço promocional, tendo a música “Book Of Job” disponibilizada imediatamente. O link de acesso é: http://smarturl.it/MyFairyTales_iTunes Continuar lendo

Joe Cocker: O adeus de uma das vozes de Woodstock

Joe Cocker - retirado do site: http://www.ew.com

Joe Cocker – retirado do site: http://www.ew.com

Neste dia 22 de dezembro de 2014, foi embora uma das vozes da minha infância. Joe Cocker, vítima de um câncer de garganta, foi uma das grandes vozes do Festival de Woodstock que aconteceu em 1969. Sua interpretação da música “With A Little Help From My Friends” dos Beatles, o imortalizou junto a gerações e foi o tema da série “Anos Incriveis” exibida pela TV Cultura no Brasil. Continuar lendo

Clarice Falcão: Amor e humor na música brasileira

Clarice-Falcão-Monomania

Com músicas engraçadas e entonadas com uma voz doce, Clarice Falcão tem construído uma carreira sólida como cantora. Antes de se destacar como interprete e compositora, Falcão trabalhava como atriz e roteirista.

Sua carreira musical iniciou-se, em 2007, com a gravação de uma música em inglês para o curta-metragem, “Laços”, que também atua como a atriz. O curta ganhou o primeiro lugar no Project: Direct, festival mundial promovido pelo youtube. Continuar lendo

Ho Chi Minh: Músicos homenageiam o herói do Vietnã

Não foi só o sentimento de paz que guiou os compositores e interpretes a gerar músicas sobre a guerra do Vietnã.
O líder vietnamita Ho Chi Minh que liderou o povo a expulsar os franceses, transformar o Vietnã do Norte em um estado socialista e reunificar o país enfrentando a intervenção americana foi motivo para canções. Homenageado por seus compatriotas quanto compositores solidários como Victor Jarras (Chile), Ali Primera (Venezuela), Evan Mc Doweel (Reino Unido) e Peter Seeger (EUA).

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Jovens a favor da paz e contra a guerra do Vietnã

857603_563960063623994_515724904_oO questionamento social, a luta contra o racismo e o machismo, o desejo de paz e liberdade, a luta contra a guerra do Vietnã e as ditaduras civis, levaram os anos 60 e 70 a ver o ápice do movimento de contracultura.

A contestação social criou movimentos como os hippies, os panteras negras, a luta feminista e dos direitos civis, que teve destaque em  Woodstock, Maio de 68 e a Primavera de Praga.

 

Combate ao alistamento obrigatório

O alistamento obrigatório nos Estados Unidos da América (EUA) foi um dos pontos de combate por parte dos movimentos em defesa da paz. Umas das criticas era de que filhos de pessoas importantes burlavam a convocatória para servir na guerra do Vietnã, um dos exemplos é David Eisenhower, filho do ex-presidente americano, Eisenhower.

A Banda Creedence Clearwater Revival, teve dois integrantes que serviram ao exército nos anos de 1966 e 1967, e deixou uma mensagem contra os filhos da elite que não se alistavam na  música “Fortunate Son”, “Não sou eu, não sou eu / Eu não sou filho do senador, não / Não sou eu, não sou eu / Não sou nenhum felizardo, não”.

Escute Creedence Clearwater Revival – “ Fortunate Son”

Segundo Norman Mailer, no livro “Os Exércitos da Noite – Os Degraus do Pentágono, muitos jovens opositores da guerra queimaram as cartas de convocatória, como aconteceu na Marcha sobre o Pentágono no ano de 1967. Porém, mesmo com a oposição de parte da juventude, o Presidente Lyndon Jhonson aumentou de 16 mil de 1963 para 550 mil no inicio de 1968.

Paz e Amor

Os movimentos de resistência pacifica liderados por Martin Luther King e o movimento hippie lideraram uma onda de oposição a guerra. Um dos destaques nas vozes do movimento pacifista foi a música de Jonh Lennon, Timothy Leary, Allen Ginsberg, Tommy Smothers e Dick Gregory, “Give Peace a Chance”,  gravada no ano de 1969: “Dois, um, dois, três, quatro / Todos estão falando sobre / Bagismo, Shaguismo, Draguismo, Madismo, Ragismo, Tagismo / Esse ismo, Aquele ismo, ismo, ismo /Tudo o que estamos dizendo é dê uma chance a paz”.

Escute John Lennon – Give Peace a Chance

Além de John Lennon, outros músicos como Bob Dylan, Joan Baez, The Doors, Jimmy Hendrix, compuseram canções protestos contra a guerra.  O cantor de Joe Mc Donald veterano da Guerra do Vietnã tocou, músicas country, no festival de Woodstock,  e denunciou que os pais que enviarem filhos para guerra, poderão recebê-los de volta em um caixão.

Escute  Joe McDonald – I Feel Like I’m Fixin to Die Rag

Um francês fotografa a guerra

Marc Riboud começou a vida como engenheiro, mas foi na fotografia que se destacou. Fotografou a guerra do Vietnã e registrou as principais personalidades do século XX.

Ele registrou a manifestação de 1967, em que jovens na capital do EUA, Washigton, queimaram suas cartas de convocação para Guerra e a jovem Jan Rose Kasmir, que protestou contra a guerra. No Vietnã acompanhou as ações do exercito americano, como o cotidiano do Vietnã do Norte.

Veja as fotos:

 

Washington, DC, 1967. March for Peace in Vietnam – Marc Ribaud

Vietnam, 1969 – Marc Ribaud

Texto publicado no site da metamorfose comunicação

Estagiário de Jornalismo: Esdras Gomes

Arte e Jornalista responsável: Marina Valente (MTB 1961/CE)

Tocando em Frente: Uma inspiração de felicidade de Renato Teixeira e Almir Sater

Uma música tão bonita e tão singela, com uma lição de vida, assim a ouvi, em junho de 2013 no Congresso da UNE, no Serra Dourada, em Goiânia. Tinha acabado de conhecer a Marina, companheira de tantas andanças. Um recado pra esses dois revolucionários.
A forma singela como Maria Bethânia cantou a música, misturada com as imagens do movimento estudantil mostram a força da música, que naquele momento fez várias pessoas chorarem.

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Odetta: uma voz na luta pela liberdade e igualdade

A rainha da música popular americana, assim definiria Martin Luther King, uma das maiores representantes dos direitos civis, Odetta Holmes (31 de dezembro de 1930 – 2 de dezembro de 2008). Sua voz negra, forte, reconhecida ainda criança por uma professora de gramática que conversou com sua mãe e incentivou Odetta a ter uma formação clássica.

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