Marcio Greyck: Um dos reis do iê-iê-iê

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Márcio Greyck nasceu na cidade de Belo Horizonte em 30 de agosto de 1947. Com uma carreira promissora como músico na capital mineira, viajou em 1967, com vinte anos para a Cidade do Rio de Janeiro, gravando pelo Polidor, seu primeiro disco. Este seria um compacto simples com duas músicas, uma versão de “Eleanor Rigby” dos Beatles, que viria a ter o nome de “Minha Menina” e “Venha sorrindo” compondo a outra faixa. Continuar lendo

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Lia de Itamaracá: 70 anos de ciranda

Maria Madalena, a Lia de Itamaracá, nasceu no dia 12 de janeiro de 1944. São 70 anos defendendo e cantando um estilo de música que se confunde com a própria interprete.
No documentário, “Eu sou Lia”, afirma que nasceu com o dom de cantar de ciranda. Este fato é que possibilitou que este gênero musical não desaparecesse, segundo o músico Naná Vasconcelos.

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Guilherme de Brito: Um poeta do samba

 

 Um dos grandes poetas do samba e principal parceiro de Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito comemoraria 92 anos de idade em 03 de janeiro de 2014. O mecânico de maquinas de calcular imortalizou em sambas, algumas das mais belas frases da música popular, como por exemplo, “Tire o seu sorriso do caminho/ que eu quero passar com a minha dor”, da música “A flor e o espinho”.
Mas não foi só “A flor e o espinho” que imortalizou a parceria de Nelson e Guilherme. Músicas como “Folhas secas”, “Quando me chamar saudade” e “Garça” foram alguns dos sucessos que marcariam o samba e a música popular brasileira.

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Je t’aime … moi non plus: uma canção de amor que escandalizou o mundo

Em uma noite de 1967, Brigitte Bardot pediu ao seu amante, o músico, ator e cineasta, Serge Gainsbourg que compusesse uma música de amor. Nesta noite escreveu “Je t’aime … moi non plus” e “Bonnie e Clyde”.
A história do casal de criminosos seria gravada entre Gainsbourg com Bardot em 1968, “Bonnie e Clyde” com a realização de um clipe sobre a música, e a gravação em dois discos.

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Tim Maia e Marcio Leonardo: Hoje é o dia do Santo Reis

A visita de Baltasar, Melquior e Gaspar, os três reis magos a Jesus por razão de seu nascimento, gerou uma das festividades mais ricas do cristianismo, a folia de reis. Comemorada de diferentes maneiras no Brasil e na Europa, a festa foi tema de dezenas de músicas, sendo um dos maiores sucessos, a festa de santo reis, cantada por Tim Maia.

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No Mistério do Planeta ainda um moleque do Brasil

Só aos 30 anos encontrei a musicalidade dos Novos Baianos. Em uma tarde de trabalho fui ao seu encontro, com a música Swing de Campo Grande. Não foi na voz de Paulinho Boca de Cantor e Moraes Moreira, mas do grupo Casuarina do Rio de Janeiro.
O som me agradou os ouvidos e fiquei com o grupo na cabeça. Não procurei ouvi-los durante um tempo. Até que um dia, como por encanto ou segundo a música “e pela lei natural dos encontros”, ouvi e deleitei-me com Marisa Monte cantando ao lado deles, alguns de seus sucessos “A menina dança” com Baby Consuelo, “Besta é tu” com Moraes Moreira e o divino “Mistério do Planeta” que tem a combinação das expressivas vozes de Paulinho Boca de Cantor e Marisa Monte, a guitarra eletrizante de Pepeu Gomes e assim como a participação dos outros membros do grupo.

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Monsueto: Cantando o lamento das lavadeiras

 
Cantando a vida difícil das lavadeiras que lavam para senhoras da alta sociedade, em “Lamento de lavadeira” de 1956, a composição de Monsueto Campos de Menezes, compositor, interprete e ator, em conjunto com João Violão e Nilo Chagas, lançada por Marlene fala do cotidiano de trabalho e a saga destas mulheres usando versos como “Sabão, um pedacinho assim / A água, um pinguinho assim / O tanque, um tanquinho assim / A roupa, um montão assim” e após descrever os instrumentos e situações, conclui com o seguinte desfecho “Trabalho, um tantão assim / Cansaço, é bastante sim / A roupa, um montão assim / Dinheiro, um tiquinho assim”.

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Tribalistas: Dez anos da união de Marisa, Arnaldo e Carlinhos Brown

 
“Dois homens e uma mulher / Arnaldo, Carlinhos e Zé”, um dos versos que daria nome a um grupo que completaria dez anos, sendo que nunca entrou em turnê.
A participação de Marisa Monte no disco de Arnaldo Antunes que tinha como produtor Carlinhos Brown fez com que o encontro rendesse a idéia de álbum se tornar um grande sucesso musical, rendendo um milhão e meio de copias vendidas no Brasil e um disco de diamante. Esse seria o sexto na carreira de Monte e o primeiro na trajetória de Antunes e Brown.

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